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FAZENDA
Publicado em 14 NOV 2012
Crise dos municípios intensifica medidas de austeridade

Em reunião realizada essa semana no Gabinete do Executivo, a administração municipal decidiu adiar temporariamente a prestação de serviços particulares ou que não sejam considerados extramente essenciais para a comunidade. A medida é necessária devido o reflexo da queda superior a R$ 1 milhão na arrecadação de impostos no segundo semestre do ano. De acordo com o Secretário da Fazenda, Nédio Lorenzini, a principal diferença diz respeito ao repasse do Governo Federal do Fundo de Participação Municipal (FPM). –A justificativa do Governo pela queda drástica do repasse é a isenção do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI), concedido para fomentar o comércio de automóveis e linha branca de eletrodomésticos–, explica Lorenzini. Diferente de municípios da Região que tiveram que aderir ao turno único e cancelar serviços e atendimentos de alguns setores, Arroio do Meio segue a rotina diária de trabalho, intensificando, porém, a austeridade e contenção de despesas para fechar o ano com o caixa em dia. –Serviços e compras que não forem considerados essenciais serão reprogramados neste momento em que todos os municípios sofrem com a queda brusca de repasse de recursos–, afirma o Secretário. Além do FPM, o município também registra a queda do repasse de ICMs, FUNDEF e IPVA. Estas arrecadações transformam-se em investimentos nas áreas da saúde, educação, obras e outros. –Diminui a arrecadação, diminuem os investimentos do município–, lamenta Lorenzini. Legenda: Secretário Nédio Lorenzini fala sobre a situação financeira do município. Fotos: Arquivo Texto: Assessoria de Imprensa

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