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TERCEIRA IDADE
Publicado em 28 JUL 2014
VALORIZAÇÃO DA TERCEIRA IDADE - Dona Elza, 98 anos: um exemplo de que é possível envelhecer com saúde e bem estar

Nove filhos, 50 netos, 70 bisnetos e sete tataranetos. Este é o saldo da longa vida de Elza Mangolt, 98 anos. Nascida em São Sebastião do Caí, em 1º de fevereiro de 1916, a idosa reside há 23 anos em Arroio do Meio com a filha Zélia, 61 e o genro Valdemar Roos, 66, numa residência especialmente adaptada, no Morro da Ventania/Palmas. Viúva há quase 40 anos, dona Elza trabalhou boa parte da vida como agricultora. Entre as principais dificuldades enfrentadas ao longo da sua trajetória, viu nove dos seus descendentes perderem a vida em acidentes de trânsito. Apesar do sofrimento, manteve-se forte e demostra contagiante alegria de viver. Gremista nata, a idosa apresenta uma independência incomum para a idade. Dorme e realiza parte da higiene pessoal sozinha, sendo auxiliada apenas para o banho. –É por prevenção, pra ela não cair–, explica a filha. Esporadicamente, passa alguns dias em outras cidades, junto aos demais filhos. Apesar da boa saúde, Elza apresenta lapsos de memória, cada vez mais frequentes. Ainda assim, é levada ao médico apenas para consultas de rotina, sendo orientada a utilizar medicação para coração, estômago e memória. A alimentação é compartilhada com a família, sem qualquer restrição. Como principal dica para cuidar de um idoso, garantindo a este saúde e bem estar, Zélia indica: –Tem que dar muito carinho, ter paciência e conceder liberdade para que eles possam envelhecer felizes–, afirma a filha de dona Elza. Em visita à idosa na semana em que se comemorou o Dia da Vovó, o Prefeito Sidnei Eckert, a Secretária de Saúde, Maria Helena Matte e a Coordenadora dos Idosos, Noely Herrmann, foram acolhidos pela família, em especial por dona Elza, que saboreou um chimarrão com as autoridades e se despediu com convite de retorno. –É uma alegria muito grande poder ver e comprovar que é possível envelhecer com saúde e dignidade. Fica muito claro a importância da convivência da família com o idoso, do cuidado com carinho e zelo para que cheguem tão bem a essa idade–, reflete Eckert. Legenda: Dona Elza (com touca na cabeça) acompanha a roda de chimarrão junto à bisneta Maria Eduarda, filha, genro e autoridades. Fotos: Maica Viviane Gebing Texto: Assessoria de Imprensa

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